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Hoje,
50% dos registros nos conselhos são desses profissionais, que pagam 10% a
menos dos R$ 277,00 de anuidade. Segundo o vice-presidente de
administração e finanças do CRC-SP, Sergio Prado de Mello, estão sendo
estudadas forma de integrar à profissão superior os profissionais já com
esse tipo de registro. No pacote, os novos técnicos, dos chamados cursos
de gestão com ênfase em contabilidade, não poderiam se registrar mais nos
conselhos. Como
ocorre com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), os
contadores também querem passar a exigir um exame de qualificação
para garantir a entrada na carreira. O CFC já tentou instituir a prova por
resolução e conseguiu, de 2000 a 2004, mas o mecanismo foi combatido no
Judiciário, que entendeu que não podia ser exigida a prova sem lei
específica, como é o Estatuto da Advocacia - a Lei nº 8.906, de
1994. A
idéia dos conselheiros em reformar uma lei "do pós-guerra", como classifica o dirigente, é também especificar
cada atividade melhor, dando um registro específico para cada uma delas:
contador, auditor, perito ou professor, por exemplo. Uma categoria não
seria excludente da outra e o profissional também não seria obrigado a
pagar duas anuidades se tivesse mais de uma habilidade. Segundo Mello, a
separação serviria para cada mercado dar preferência a quem tiver
habilidades específicas em cada área. Participam
hoje das discussões da proposta de texto para a nova lei
20 profissionais dos conselhos de todo o país. O projeto deve ser
colocado em primeira audiência pública em dezembro e depois em março,
antes de ser encaminhado ao Congresso. Fonte: Valor
Online Renato
Henrique Fonseca Hugo
Amano
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